quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O ROLO EM FRAMES

A festa que rolou durante a exposição na Matilha Cultural não gerou apenas imagens estáticas. A MCD produziu também um vídeo para compartilhar o clima de confraternização entre os artistas dos mais diversos segmentos.




Créditos: Arthur, Bill e Guilherme

FESTA NA MATILHA

A exposição das peças do Rolo não foi uma simples mostra. Os convidados fizeram do ambiente uma festa. Veja algumas das fotos e tenha uma idéia de como estava o clima por lá:

Tony e Chico Lowndes da Vice e Roberta e Rudney da MCD.

Helena Sasseron...


e o DJ Thiago Nicolas.


Fernando Almeida e a estilista Danubia Costa, da MCD.


The Limousine Drivers.


Rafael Hayashi e Rafael Sliks.

Quer mais? Então fique ligado.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

ARTE FINAL


Alimentamos a curiosidade alheia desde o princípio. Informamos sobre O Rolo – ação da MCD que desenvolveu princípios como troca, diversidade e liberdade de criação. Divulgamos desde imagens das intervenções artísticas sobre o tecido a vídeos que mostraram todas as etapas de criação.

Seria injusto não divulgarmos o resultado do projeto que atou boas idéias às melhores execuções. Então, para não deixar ninguém de fora, publicamos as fotos da exposição que aconteceu na Matilha Cultural.

Sem limites de tempo nem de criatividade, ilustradores e estilistas produziram juntos estas peças exclusivas.









Mas nenhuma das roupas será comercializada.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O ROLO DESENROLOU!

O projeto mais autêntico da MCD já deu resultado. Mentes sem limites trabalharam em equipe com total liberdade para produzir peças exclusivas. De rolo de tecido à tela de pintura. E de peça de arte, o Rolo já virou roupa customizada pelos estilistas e pelos artistas da marca.

O produto final você confere na Matilha Cultural a partir de hoje até o dia 21. Quer ver um pedaço disso tudo antes de todo mundo? Então assista ao quarto vídeo que mostra o backstage dessa função.




Crédito: Arthur, Bill e Guilherme.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O ROLO COM ESTILISTAS

A pintura está feita, o tecido deixou de ser liso e se transformou em um rolo com estampas únicas feitas à mão. Os artistas deram alma ao de tecido e agora os estilistas dão a estrutura para o rolo.

Com tesouras afiadas, fitas métricas e as referências nas mãos, eles entram em ação. A MCD flagrou fragmentos dessa etapa que transforma O Rolo em roupa. Veja o vídeo com imagens obtidas lá dentro do galpão da marca - onde tudo acontece.



Créditos: Arthur, Bill e Guilherme


Nós só iremos ver bem como ficaram as peças no dia 18 de novembro em uma exposição eu vai acontecer até o dia 21, na Matilha Cultural. Já vai se programando!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

DO PAPEL PARA O PANO

Com o rolo de tecido pronto, personalizado, pintado e assinado pelos artistas convidados pela MCD, cabe aos estilistas da marca colocarem a mão na massa para por em prática as idéias que antes estavam apenas desenhadas no papel.

Eles vão transformar O Rolo exclusivo em roupas mais exclusivas ainda.

No O Rolo, qualquer opinião é válida. Não há limite na arte nem na criatividade dos 12 estilistas da MCD. São seis profissionais trabalhando na equipe de estilo no que irá se transformar em peças masculinas e outros seis focados nas femininas. Centenas de referências saem desse time envolvido no desenho, no corte e na costura do pano.

E tanta idéia junto não causa engarrafamento? Na verdade, boas sugestões são sempre bem vindas, ainda mais quando se trata de um projeto livre e sem fronteiras e em prol do coletivo.

São nove as peças que vão sair do O Rolo, entre roupas e acessórios. O elo que dá identidade a elas é a liberdade total com que foram criadas. E isso vai poder ser claramente visto quando o resultado estiver finalizado e exposto.

Inspirações descontraídas, recortes, utilidade, romantismo, passado e presente. As alusões também não param por aí. A mistura de criatividades poderá ser vista só daqui a alguns dias.



Conheça as duas equipes de estilo:
MCD MASCULINO

Débora Costa
Lygia Carvalho
Paula Rocha
Regina Guimarães
Rodrigo Amaral
Thais Tejo
Renata Junqueira
Cintia Midori

MCD FEMIMINO

Danubia Costa
Camila Bragatto
Flora Marchesan
Juliana Decoussau
Mailsa Batista
Simone Pereira

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

RAFAEL HAYASHI E RAFAEL SLIKS


Depois de bombardearmos Marco Ubaldo e Bob Queiroz com perguntas enroladas, foi a vez de colocarmos a segunda dupla de artistas na parede. Entregamos as mesmas questões a Rafael Sliks e Rafael Hayashi para ver o que os caras pensam. Entenda a mente dos dois Rafas.


O Rolo possui 7 metros de comprimento por 1,6 metros de altura. Este foi o maior suporte utilizado por vocês?
Rafael Hayashi: Não. Quando se pinta na rua as proporções aumentam muito. Cheguei a pintar a lateral de uma casa que tinha mais ou menos 30 metros de largura e 5 de altura.
Rafael Sliks: Com o tecido foi o maior, mais já pintei paredes bem maiores.

E qual a diferença entre desenhar em tecidos e os outros trabalhos que vocês estão acostumados a realizar?
Rafael Hayashi:
O rolo de pano não tem nenhum tratamento especial para receber a tinta, mesmo porque isto acabaria deixando o tecido muito pesado para ser usado ou transformado em peça de roupa. Telas ou muros ganham ou uma camada de gesso acrílico ou algumas camadas de tinta látex antes de receber a pintura ou o grafite. Assim, o suporte não absorve a tinta e dá ao trabalho final cores muito mais intensas. Então, a forma de pensar o trabalho tem que ser diferente para quando crio em cima de rolos de tecido, sabendo que vou ter esta limitação para realizar a pintura.
Rafael Sliks: Desenhar sobre tecido é bem diferente porque não é qualquer material que fica legal. Mas gostei de pintar. A pintura na parede é bem diferente, posso usar de tudo.

Quais as técnicas utilizadas para personalizar O Rolo de tecido?
Rafael Hayashi
: Foi uma técnica mista: grafite com a pintura acrílica.
Rafael Sliks: As técnicas usadas no rolo foram spray e tinta acrílica.

Vocês são antenados na moda?
Rafael Hayashi:
A moda está inserida no universo da arte, então de certa forma, acompanhando a arte acabo acompanhando a moda. A moda acaba falando quase que as mesmas coisas que estão rolando na arte.
Rafael Sliks: Trabalhando com estilistas e na criação de estampas, estou sempre antenado com a moda porque estamos sempre pesquisando.

Qual a sensação de ver as pessoas vestindo uma camiseta cuja estampa foi criada por vocês?
Rafael Hayashi:
Tenho vontade de explicar o motivo pelo qual aquela estampa foi feita, o que eu estava pensando na hora em que eu a realizei. Quero que as pessoas entendam que aquilo não foi feito meramente com valores estéticos, mas que dentro dela estão condensados vários sentimentos e pensamentos.
Rafael Sliks: A sensação de ver uma pessoa vestindo uma estampa minha é muito legal. Me sinto super bem. E isso só fortalece para eu criar uma nova estampa.

De onde vem a inspiração?
Rafael Hayashi:
Vivemos em uma cidade gigante com vários universos dentro. Não consigo imaginar algo que me inspire mais do que estar no meio destes vários universos.
Rafael Sliks: Minha inspiração vem do dia-a-dia, cidade, caos, trânsito, pessoas e a parte melhor que contrasta com o urbano, a natureza, plantas, animais e formas da natureza. Isso me inspira muito. Unir o urbano e a natureza.

Quando vocês perceberam que tinham um dom?
Rafael Hayashi:
Não acredito que isso possa ser definido com um dom, da mesma forma que não se pode pensar que um médico nasceu com um dom só porque realiza uma cirurgia com perfeição, ele estudou por muito tempo para realizar esta cirurgia. Eu me vejo dessa forma. Esta é a minha profissão e a encaro com muita seriedade e dedicação, não como algo divino que caiu dos céus.
Rafael Sliks: Percebi quando eu tinha uns 12 anos. Gostava muito de rabiscar na escola, nas ruas, papeis, paredes, etc.

Quem foi a primeira pessoa a reconhecer a sua arte e dizer que valia a pena você mostrar o seu trabalho para o mundo?
Rafael Hayashi:
Se eu desenho, grafito ou pinto, isso tem influencia direta das pessoas que me cercam. Amigos, família, entes queridos, são eles que me dão suporte e me fazem continuar. Então se alguém achou ou acha que minha arte vale a pena são estas pessoas.
Rafael Sliks: Minha madrinha em primeiro lugar e depois outras pessoas.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

ARTE NOS GALPÕES

Você já leu por aqui sobre Bob Queiroz e Marco Ubaldo. Deve ter visto também o vídeo que mostra os interiores dos galpões da MCD. Agora assista aos artistas trabalharem por lá no grande depósito de tecido que já virou atelier de arte.

O Rolo II from More Core Division on Vimeo.



Toda essa movimentação está ligada ao projeto O Rolo que mistura customização com reciclagem. Fique atento às atualizações para conferir o resultado final vindo dessas mentes criativas.

IMAGENS: Bio e Arthur