MCD LAB#3 no site do Creators Project
As expos do MCD LAB#3: Fake Sunset ainda ecoam por aí. Essa semana o site do Creators Project (um projeto global super massa de arte e tecnologia) fez uma matéria gradona sobre o projeto. Confere aí.
MCD LAB#3: Fake Sunset entre as melhores exposições do ano
Saiu agora a lista da revista de cultura e arte +SOMA com as 20 melhores exposições no Brasil em 2011. Fake Sunset está entre nomes como Leonilson, Paula Rego, Louise Bourgeois, entre outros artistas de peso. Estamos muito felizes com a escolha, depois de nos dedicarmos tanto ao projeto ao longo do ano. Para ler a lista completa, é só acessar aqui.
Fotos vernissage MCD LAB em San Francisco pt1
Finalmente nosso blog voltou ao normal, então vamos ao que interessa: a primeira parte das fotos da vernissage do MCD LAB#3: Fake Sunset em San Francisco. Logo mais a segunda parte!
Montagem
A galeria estava com uma sede novinha em folha, inaugurando com o nosso projeto. O adesivo ainda ia para a parede
Primeiras pessoas chegando
Matéria sobre o MCD LAB#3 na revista Juxtapoz
Clicando aqui você encontra a matéria sobre o MCD LAB, que saiu na revista de cultura urbana Juxtapoz, chamando para a exposição.
Fotos vernissage MCD LAB#3 em San Francisco
O site Fecal Face, que também fez a curadoria do projeto e o hospedou a exposição em San Francisco já postou as fotos da vernissage, que aconteceu no dia 6 de Janeiro. Essa foi a última parada do MCD LAB#3: Fake Sunset, que reuniu 10 artistas de diferentes locais, produziu gravuras exclusivas, expôs em 6 galerias (5 no Brasil e uma nos Estados Unidos) e juntou uma porção de gente e atividades interessante, incluindo performances musicais, projeção de videogame, instalações site specifics, e diversas outras surpresas ao longo do caminho. Aqui no blog você confere como foi em cada cidade, conhece os artistas e fica por dentro de detalhes desse projeto, que durou 7 meses ao longo de 2011 e início de 2012. Sem mais enrolar, as fotos estão aqui. Por problemas técnicos não estamos conseguindo postar imagens, mas é só conferir no link acima.
Direto de San Francisco
En função de problemas técnicos com esse site, os posts serão direcionados ao site da MCD, o The Ace os Spades. Confere lá o post sobre San Francisco, e logo mais as fotos da vernissage.
John Trippe na revista +SOMA
A última edição da revista +Soma publicou uma matéria com John Trippe, na sua passagem pelo Brasil durante o MCD LAB#: Fake Sunset. John foi curador do projeto e é o proprietário da galeria que vai hospedar o Lab em San Francisco. Você pode conferir a matéria aqui, ou acessar a revista online pelo issuu aqui.
MCD LAB#3: Fake Sunset na nova galeria do Fecal Face
Hà alguns meses, o prédio que abrigava a galeria Fecal Face dot Gallery pegou fogo. Nada aconteceu com a galeria, só um pouco de àgua dos bombeiros, mas a estrutura do prédio ficou comprometida. Era bem na época que estavamos combinando o Fake Sunset em Terras californianas, então tivemos que esperar um pouco. De lá pra cá eles habitaram um espaço temporário, e agora finalmente encontraram um novo endereço fixo, no meio do badalado bairro Mission, mais precisamente na Mission Street. E a boa nova é que esse espaço vai ser inaugurado por nada mais nada menos que o nosso projeto, para ficar na história. Abaixo um pequeno preview, e pra acessar a matéria no fecalface.com, clique aqui.
MCD LAB#3: Fake Sunset na Califórnia
Depois de uma série de eventos e exposições em capitais brasileiras, o MCD LAB#3: Fake Sunset finalmente retoma as suas origens e vai para a Califórnia, mais precisamente para San Francisco.
A exposição acontece no dia 6 de janeiro e contará com trabalhos dos artistas americanos do projeto: Jeremy Fish, Aiyana Udesen e Matt Furie. Além, é claro, de todas as gravuras exclusivas do projeto feitas pelos 10 artistas convidados.
O vernissage também contará com a presença do artista Lucas Torres, vencedor da promoção que fizemos para os artistas brasileiros. A promo rolou pelo Facebook, onde a MCD fez uma enquete aberta onde todos puderam votar no artista que achavam que merecia levar sua arte para as terras californianas. A disputa foi grande e teve quase 7.000 votos.
A exposição acontece na Fecal Face dot Gallery, galeria do lendário site fecal face.com, também curadores do projeto. Originado como um canal de divulgação para a cena artística/underground da Bay Area, na Califórnia, o site fecalface.com rapidamente agregou uma comunidade global de artistas e entusiastas. Esse projeto, idealizado e dirigido por John Trippe, se desdobrou também em uma série de eventos, incluindo festas e exposições, culminando na abertura de uma galeria de arte em San Francisco, a Fecal Dot Gallery. Atualmente, a abrangência do site vai muito além da Bay Area, mostrando inclusive artistas brasileiros através de um ponto de vista especialmente indie-skate-californiano.
Vamos contar e mostrar tudo sobre essa expo para vocês aqui no blog, então fiquem ligados.
MCD LAB STORE
Foram algumas semanas de suspense aqui no blog, desde que publicamos a entrevista com o Sesper e contamos a novidade que viria logo mais: uma coleção de camisetas especiais do MCD LAB#3: Fake Sunset.
Hoje vamos finalmente revelar as artes e uma outra novidade da MCD, uma loja virtual via facebook.
Então, aí vai:
Depois do sucesso do MCD LAB #3: Fake Sunset, uma exposição itinerante que convergiu arte e música e conectou diferentes galerias, artistas e cidades, a MCD produziu uma série exclusiva de camisetas que seguem o tema da mostra. São cinco estampas inéditas, produzidas em silk pelo artista Sesper, dando continuidade ao seu trabalho no Fake Sunset, que abordou a influência da cultura californiana no imaginário brasileiro.
A coleção está ambientada em todo o contexto do MCD LAB, e conta com uma produção limitada das peças, tornando as camisetas ainda mais especiais. Não bastasse tudo isso, a MCD vai comercializar a coleção exclusivamente no Facebook. Isso mesmo, quem quiser comprar a camiseta poderá fazê-lo em poucos cliques através de um aplicativo na fanpage da MCD. A inovação garante uma compra segura e rápida, permitindo que o consumidor curta os produtos e interaja com seus amigos, indicando as camisetas e pedindo dicas.
Quem quiser curtir esta novidade pode acessar diretamente o aplicativo por aqui, ou visitar a página da MCD e conferir mais uma coleção inédita da marca mais core do Brasil.
Entrevista Sesper
A MCD vai lançar a coleção MCD LAB#: Fake Sunset. Serão 5 camisetas exclusivas e numeradas em 50 unidades, criadas pelo o artista Sesper. Vamos deixar vocês curiosos quanto às camisetas, para agora apresentar melhor o artista e seu imaginário californiano. Logo logo contamos mais aqui no blog.
Quais elementos formaram a primeira idéia da Califórnia na sua cabeça?
Boa pergunta. Nunca parei para pensar nisso. Deixa eu ver… vou tentar ser prático: acho que foram aqueles desenhos de camisetas de surf do fim dos 70 começo dos 80, de marcas tradicionais. E também nesse período tinha uma marca chupada, no litoral daqui, que se chamava Bolt. Não sei se alguém aí lembra disso… Acabou um pouco antes do final dos anos 80. Essa marca fez o meu imaginário de Califórnia e Hawaii quando eu tinha 9 ou 10 anos de idade.
Como é sua relação hoje com esse imaginário da Califórnia? Você já foi pra lá ou pretende ir? Se sim, como foi a experiência?
Eu só fui chegar lá com 36 anos de idade e foi um pouco diferente do que eu esperava encontrar quando tinha 15, ou mesmo 25 anos. Mas posso dizer que fiz muitas coisas das quais qualquer maluco que cresceu alienado com isso nos anos 80 gostaria de fazer, o que já me fez feliz de certa maneira. Por viver aqui no Brasil, tão massificado com a cultura americana, as vezes dá mesmo a sensação de ter nascido lá.
Qual a sua experiência com a técnica da serigrafia?
Mínima e desleixada. Admiro o trabalho de serigrafia bem feito, mas o meu processo tem que sujar, pisar, amassar, esse tipo de coisa.
Você segue a cena artística da Bay Area? Como é esse contato?
Sim, Bay Area thrashers, como Death Angel, Exodus, Metallica e SF skate scene, como Slap, Thrasher, Real Stereo… Dlx nos anos 80. E nos anos 90 a arte da galera que veio do skate e surf: Jeremy Fish, Thomas Campbell e, mesmo graffiteiros, como Barry McGee. Quando fui a primeira vez para SF, em 2009, fiquei no meu amigo de longa data Nei Sobral, que tem um apartamento bem em uma colina e que de onde da para ver toda a baía. É uma cidade que eu realmente me identifico e gostaria muito de viver lá, mesmo com terremotos, tsunamis, etc.
Como foi a questão de resolver o dégradé e orientação horizontal do seu trabalho?
Foi legal. Eu curti. Era algo que nunca tinha feito. E fiz o sunburst ao contrário, o que realmente me colocou como um “faker sunseter” verdadeiro.
Nessa troca de influência entre o Brasil e a Califórnia, o que você acha que é exclusivo de cada cultura e impossível de levar para a outra?
Deles: a organização e respeito. Do nosso lado: o carinho e hospitalidade, eu acho. Assim sendo poético hahahaha
A Califórnia remete uma época especifica para você? Por quê?
Quando saiu o Streets on Fire, da Santa Cruz, eu tinha uns 14, 15 anos, e pensei:”era aí que eu queria estar, andando nesses picos e escutando SST o dia todo
1988?”. Mas acho que o legal é poder ter nascido em uma cidade litorânea, quente pacas, e poder ter feito essa Califórnia genérica que vivemos de certa forma durante a infância e adolescência.
Quais as influências meramente brasileiras que você identifica no seu trabalho? Como você acha que elas se misturam com as externas?
Eu enxergo viver em São Paulo, como a raiva do meu processo criativo. Acho que a influência está muito mais no emocional da arte do que na estética. No meu caso, sempre tento apontar algum fator Brasil explícito, mas não encontro.
Artista vencedor da promo do LAB#3
A MCD fez uma promoção exclusiva para os artistas que participaram do MCD LAB#3 Fake Sunset. Para renovar a inspiração e garantir umas férias (ou oportunidades de trabalho), sorteamos uma viagem para a Califórnia, fonte de ideias para essa exposição.
Todas as artes participantes eram core em sua essência, e nos orgulhamos muito de ter contado com o trabalho de Alberto Monteiro, Anthony Nathan, Fabio Bitão, Lucas Cabu, Lucas Torres, Sesper e Talita Hoffmann, além dos gringos fodásticos Aiyana Udesen, Jeremy Fish e Matt Furie.
Para determinar o vencedor, fizemos uma enquete aberta no Facebook, onde todos podiam votar no seu artista brasileiro favorito, que iria levar sua arte para as terras californianas.
A disputa foi acirrada, com quase 7.000 votos, e o grande vencedor foi Lucas Torres.
Parabéns Lucas. Leve seu trampo e a MCD para passear na Califa. Aproveite a viagem.
Em breve novidades sobre a expo MCD LAB#3: Fake Sunset na gringa!!
FOTOS – MCD LAB em BH
Sábado rolou a última parada do MCD LAB#3: Fake Sunset. A vernissage aconteceu na Desvio, em Belo Horizonte, e segue em exposição até o dia 5 de Novembro. Confere aí nas fotos como foi.
E lembrando que dá pra votar no artista que fez sua serigrafia favorita pelo Facebook. O artista que ganhar fatura uma passagem pra Califórnia.
MCD LAB#3 em Belo Horizonte – DESVIO
Quem vai receber o MCD LAB#3: Fake Sunset em Belo Horizonte, que acontece nesse sábado, dia 08 de Outubro, é a galeria Desvio.
A Desvio é uma loja / galeria que encara desenho, arte e cultura como parte da vida cotidiana, das pessoas e da cidade. O nome Desvio é referência e homenagem à obra “Desvio para o Vermelho”, do artista Cildo Meireles
Segundo os proprietários, a galeria abre as portas para a cultura das ruas, popular e real, aproximando-a das pessoas. Valorizam o talento de artistas novos e contemporâneos, criando espaço à comercialização das suas obras por seu valor criativo e material, sem afetações.
O objetivo principal da Desvio é aproximar a arte, objetos de desenho e mobiliário exclusivo de um maior número de pessoas, entendendo que assim estes objetos cumprirão o seu papel cultural. Levar a arte, a arquitetura e o design para o dia-a-dia é o anseio, qualquer que seja o suporte utilizado para tal.
Para saber mais acesse o site, ou aproveite para conhecer e visitar a exposição, a partir de sábado. Para confirmar presença no facebook, é só clicar aqui.
Entrevista Lucas Torres
Nesse sábado rola o MCD LAB#3: Fake Sunset em Belo Horizonte! O artista Lucas Torres fará uma pintura site specific. Batemos um papo com o Lucas para saber mais sobre seu trabalho e suas influências que vieram da Califórnia. Confira abaixo e confirme presença no evento de BH aqui.
Quais elementos formaram a primeira idéia da California na sua cabeça?
As grandes cidades, skate, surf, estilo de vida, as roupas, tatuagem, rua, a lenda Jay Adams, foram as primeiras idéias que passei para o papel.
Como é sua relação hoje com esse imaginário da Califórnia? Você já foi pra lá ou pretende ir? Se sim, como foi a experiência?
Hoje faço uns rolês de skate e curto tinta em geral; é o estilo de vida que nasceu na Califórnia, então acredito que é importante ter um contato direto. Não fui ainda para a California, tenho muita vontade de conhece-la um dia.
Qual a sua experiência com a técnica da serigrafia?
Conheço o processo de produção. Já fiz alguns prints, gravuras, e camisetas com o meu trabalho.
Você segue a cena artística da Bay Area? Como é esse contato?
Tem os artistas específicos que acompanho por blog, internet. Curto street art e grafitti em geral, os mais conhecidos são o REVOK, SABER, da crew MSK, o tatuador Mr. Cartoon. Conheci o Jeremy Fish em São Paulo, até então não conhecia o trabalho dele. E tenho um print do David Flores, o O’l Dirty Barstard.
Como foi a questão de resolver o dégrade e orientação horizontal do seu trabalho?
Foi simples resolver o dégrade depois que o desenho estava pronto. A composição da imagem e equilíbrio, não tive dúvida com as cores. Fica evidente onde funciona o dégrade.
Nessa troca de influência entre o Brasil e a Califórnia, o que você acha que é exclusivo de cada cultura e impossível de levar para a outra?
A cultura da Califórnia e do Brasil são parecidas, acho que o clima tropical acaba influenciando a cultura em geral. O que é impossivel de levar, imagino que seja o folclore e as tradições.
A Califórnia remete uma época especifica para você? Por quê?
Os anos 90 me influenciaram. Aos 15 anos comecei a trabalhar em uma loja de skate, e minha cabeça abriu pra esse lado: cultura da rua, skate. A Califórnia era uma tendência. Assistia muitos vídeos e muitas linhas eram filmadas lá, em Venice Beach. Eu era adolescente e essa época ficou na memória, então acho que a Califórnia acabou influenciando a minha vida diretamente.
Quais as influências meramente brasileiras que você identifica no seu trabalho? Como você acha que elas se misturam com as externas?
Cada época tenho diferentes influências, tem muito a ver com o que vou conhecendo. Quando comecei a pintar ganhei um livro de grafitti de Barcelona, a minha influência era o gringo PEZ. Daí conheci o pessoal da cena local de BH que me influenciou nas técnicas de acabamento e composição. O pessoal de São Paulo também me influencia até hoje. Hoje consigo visualizar melhor os caminhos que dá pra seguir com o meu trabalho além do grafitti e da rua.
MCD LAB#3: Fake Sunset em Belo Horizonte
Sábado, dia 8 de Outubro rola a última parada do LAB em terras brasileiras, dessa vez em Belo Horizonte, na galeria Desvio.
O artista que fará uma instalação/pintura por lá é o Lucas Torres.
Será a última chance de visitar a exposição de gravuras exclusivas do projeto.
Você pode confirmar presença no Facebook clicando aqui.
Vencedor da promo Pôr do sol Xerocado
Fanzines são publicações feitas à mão, geralmente fotocopiadas e distribuídas pelo correio. É um meio para o artista falar do que quiser, mostrar o que estiver a fim e experimentar com a sua arte. Toda essa função traz uma autenticidade foda para os fanzines, e por isso eles foram celebrados pela promoção Pôr do Sol Xerocado.
A proposta era reproduzir o imaginário californiano com arte expressa do modo antigo: colagens e desenhos no papel, fotocópias em preto e branco. Recebemos várias peças incríveis e todas merecem nosso parabéns. O vencedor de um set exclusivo do MCD LAB#3 seria aquele que arrecadasse mais votos na enquete feita na página da MCD no Facebook.
Depois de 10 dias de votação, o grande vencedor foi Matheus Lemos Ferreira, que recebeu mais de 430 votos. Parabéns, Marreco.
Como todos os finalistas produziram verdadeiras peças de arte, também irão receber prêmios do MCD LAB#3. Um reconhecimento pelo trabalho feito.
Você pode ver todos os finalistas no issuu do LAB aqui



























































































































































